A Câmara dos deputados analisa o projeto de lei 6227/09, da Comissão de Agricultura, pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, que propõe a adoção de um novo Código Ambiental Brasileiro. Pelo projeto, os estados ganham mais poder na definição de áreas de preservação e de exploração econômica e o atual Código Florestal (Lei 4.771/65) é revogado. O Decreto-Lei 1.413/75 e parte das leis 6.938/81, 9.605/98 e 9.985/00 também perdem a validade.
O projeto foi aprovado por uma subcomissão criada para tratar das questões ambientais e dos seus impactos no agronegócio. O texto foi elaborado pelo relator, deputado Zonta (PP-SC).
Entre as principais mudanças propostas está a atribuição aos estados da faculdade de legislar sobre matéria ambiental, em detrimento das leis federais já editadas. A proposta também trata da política nacional de meio ambiente e da política geral de meio ambiente urbano.
Segundo Zonta, há um número excessivo de leis para regulamentar o uso dos recursos naturais, o que, aliado a sucessivas mudanças nas normas, teria colocado boa parte dos imóveis rurais em situação de irregularidade.
Para o parlamentar, o atual Código Florestal, com mais de 40 anos, já se tornou obsoleto e inaplicável. Outras informações no site da Câmara.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Encontro mostra aspectos singulares do Parque Estadual da Pedra Branca, no Rio
O I Encontro Científico do Parque Estadual da Pedra Branca será realizado amanhã e quinta-feira, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Promovido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão vinculado à secretaria estadual do Ambiente, o evento visa aproximar o conhecimento acadêmico produzido nas universidades da prática de gestão de áreas protegidas.
Durante o encontro, os participantes assistem a palestras de pesquisadores que mostram um panorama de aspectos singulares da biodiversidade da unidade, como as espécies de insetos aquáticos e a avifauna local. O Parque Estadual da Pedra Branca é a maior unidade de conservação urbana do estado, com extensão de 12.500 hectares. Nele está situado o ponto culminante do município do Rio de Janeiro – o Pico da Pedra Branca – com 1.024 metros de altitude.
Participam do encontro o vice-presidente do Inea, Paulo Schiavo, o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas, André Ilha, e a Gerente de Unidades de Conservação de Proteção Integral, Patrícia Figueiredo de Castro. O evento será no Colégio Anglo-Americano, Centro Cultural Suassuna, na Avenida das Américas 2603, Barra da Tijuca. Outras informações pelo telefone 2332-5516.
Durante o encontro, os participantes assistem a palestras de pesquisadores que mostram um panorama de aspectos singulares da biodiversidade da unidade, como as espécies de insetos aquáticos e a avifauna local. O Parque Estadual da Pedra Branca é a maior unidade de conservação urbana do estado, com extensão de 12.500 hectares. Nele está situado o ponto culminante do município do Rio de Janeiro – o Pico da Pedra Branca – com 1.024 metros de altitude.
Participam do encontro o vice-presidente do Inea, Paulo Schiavo, o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas, André Ilha, e a Gerente de Unidades de Conservação de Proteção Integral, Patrícia Figueiredo de Castro. O evento será no Colégio Anglo-Americano, Centro Cultural Suassuna, na Avenida das Américas 2603, Barra da Tijuca. Outras informações pelo telefone 2332-5516.
Projeto "Mata Atlântica é aqui" visita Angra dos Reis, no Rio de Janeiro
De hoje até domingo, o caminhão do projeto "A Mata Atlântica é aqui - exposição itinerante do cidadão atuante ", criado pela Fundação SOS Mata Atlântica estará na entrada do Cais de Santa Luzia, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Angra é a 24ª cidade a ser visitada e com ela será encerrada a primeira fase do projeto no estado.
O objetivo do projeto é sensibilizar a população sobre a importância de se preservar a Mata Atlântica. O caminhão conta com atividades como plantio simbólico de mudas; exibição de vídeos; monitoramento da qualidade da água; túnel dos sentidos; atividades lúdicas etc. Toda a programação é gratuita. O caminhão está aberto diariamente das 10h às 16h. Visitas escolares podem ser agendadas pelo endereço eletrônico itinerante@sosma.org.br ou pelo site do projeto
www.sosma.org.br.
O objetivo do projeto é sensibilizar a população sobre a importância de se preservar a Mata Atlântica. O caminhão conta com atividades como plantio simbólico de mudas; exibição de vídeos; monitoramento da qualidade da água; túnel dos sentidos; atividades lúdicas etc. Toda a programação é gratuita. O caminhão está aberto diariamente das 10h às 16h. Visitas escolares podem ser agendadas pelo endereço eletrônico itinerante@sosma.org.br ou pelo site do projeto
www.sosma.org.br.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Pesquisa comprova reaproveitamento de sacolas plásticas por dona de casa
Uma pesquisa realizada pelo Ibope com donas de casa das classes B, C e D, comprova que as sacolas plásticas que saem dos supermercados ganham novas funções no âmbito doméstico. Das 702 entrevistadas, 100% afirmaram que reutilizam as bolsas de compras e 73% delas aproveitam as sacolas para acondicionar o lixo doméstico.
Encomendada pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, a pesquisa, realizada no estado de São Paulo, revelou ainda que os tipos de reutilização de sacolas plásticas mais lembrados pelas donas de casa foram: guardar alimentos, roupas, calçados e documentos; acondicionar o lixo da cozinha ou o do banheiro e recolher fezes de animais.
O Ibope também perguntou às melheres se elas consideravam a sacola plástica ideal para carregar suas compras. Sessenta e nove por cento responderam que sim e 75%afirmaram que é função do varejo fornecer as bolsas.
A maioria das entrevistadas revelou ainda alto grau de desconhecimento em relação ao significado da palavra biodegradável. Durante a entrevista, 65% não sabia o que significa o termo e 5% relataram sentidos equivocados entre eles "que produtos biodegradável emite gases tóxicos" ou "que demora para se decompor".
O desconhecimento foi ainda maior quando o Ibope quis saber a principal diferença entre uma sacola biodegradável e uma degradável. A grande maioria (84%) respondeu que não sabia e 2% deram respostas incorretas como "biodegradável não agride o meio ambiente e o degradável agride" ou "degradável se decompõe mais rápido e o biodegradável demora".
O objetivo da pesquisa é estimular o consumo responsável de sacolas plásticas. No site da Plastivida há dicas de como reutilizar bem as sacolas plásticas.
Encomendada pela Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, a pesquisa, realizada no estado de São Paulo, revelou ainda que os tipos de reutilização de sacolas plásticas mais lembrados pelas donas de casa foram: guardar alimentos, roupas, calçados e documentos; acondicionar o lixo da cozinha ou o do banheiro e recolher fezes de animais.
O Ibope também perguntou às melheres se elas consideravam a sacola plástica ideal para carregar suas compras. Sessenta e nove por cento responderam que sim e 75%afirmaram que é função do varejo fornecer as bolsas.
A maioria das entrevistadas revelou ainda alto grau de desconhecimento em relação ao significado da palavra biodegradável. Durante a entrevista, 65% não sabia o que significa o termo e 5% relataram sentidos equivocados entre eles "que produtos biodegradável emite gases tóxicos" ou "que demora para se decompor".
O desconhecimento foi ainda maior quando o Ibope quis saber a principal diferença entre uma sacola biodegradável e uma degradável. A grande maioria (84%) respondeu que não sabia e 2% deram respostas incorretas como "biodegradável não agride o meio ambiente e o degradável agride" ou "degradável se decompõe mais rápido e o biodegradável demora".
O objetivo da pesquisa é estimular o consumo responsável de sacolas plásticas. No site da Plastivida há dicas de como reutilizar bem as sacolas plásticas.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Sandália reciclável chega ao mercado

A jornalista especializada em moda, Lilian Pacce, lança segunda-feira (dia 21), no Rio de Janeiro, em parceria com a marca de bolsas e sapatos Santa Lolla, a "Sandália da Sorte", produzida com cortiça reciclada e tiras em borracha reciclável. Com modelo inspirado no trevo de quatro folhas - conhecido como a planta da sorte - o calçado tem um broche em forma de trevo feito de metal com nickel-free (sem uso de níquel), osso ou com detalhes em cristais.
O lançamento será na filial da Santa Lolla, em Ipanema, Zona Sul do Rio. A sandália pode ser encontrada nas cores branco, off white, preto, berinjela, verde e natural (cortiça). Os preços são três: R$ 59 (berinjela e cor de cortiça com tira dourada), R$ 69 (off white e preta) e R$ 89 (branca com cristais). O novo modelo estará disponível em todas as filiais Santa Lolla do país.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Economia da Biodiversidade é tema de Seminário no Ipea
Amanhã, a partir das 9h20m, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o ministro interino de Assuntos Estratégicos, Daniel Vargas, participam do Seminário "Economia de Ecossistemas e da Biodiversidade" no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O encontro será realizado no auditório do instituto com tradução simultânea e transmissão online pelos sites www.ipea.gov.br e agencia.ipea.gov.br.
O evento foi organizado pelo Ministério do Meio Ambiente, pelo Ipea e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo email eventos@ipea.gov.br ou pelos telefones (61) 3315-5108 e 3315-5075. O endereço do Ipea é SBS Qd. 1 Bloco “J”, Edifício do BNDES, auditório do subsolo.
O evento foi organizado pelo Ministério do Meio Ambiente, pelo Ipea e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo email eventos@ipea.gov.br ou pelos telefones (61) 3315-5108 e 3315-5075. O endereço do Ipea é SBS Qd. 1 Bloco “J”, Edifício do BNDES, auditório do subsolo.
domingo, 9 de agosto de 2009
Triste cenário

O Rio Imboaçu, em São Gonçalo, transformou-se em uma lixeira a céu aberto. O triste cenário da foto é de um trecho do rio no bairro Boaçu. Essa situação tem duas origens: a falta de consciência da população que não dá o destino correto ao lixo que produz e a ineficiência do serviço de limpeza urbana do município.
Com oito quilômetros de extensão, o Imboaçu forma a bacia hidrográfica de São Gonçalo juntamente com os rios Bomba, Guaxindiba, Muriqui e Alcântara. Todo o lixo acumulado em seu leito acaba na Baía de Guanabara, onde ele deságua.
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