A coordenação de Educação Ambiental da secretaria de Educação de São Gonçalo realiza na próxima segunda-feira (05/09), às 9h, no Portal da Ecologia, no Barro Vermelho, a palestra “Coleta Seletiva”. Voltada para professores da rede municipal, o evento mostrará como a seleção do lixo reciclável pode ser feita no ambiente escolar e de que forma alunos e professores podem contribuir para o fortalecimento da rede de sustentabilidade na cidade.
O palestrante será o coordenador do Portal da Ecologia e do Fórum da Agenda 21 Escolar, Lauro Nobre, que adianta que as informações serão acompanhadas de exibição de vídeos sobre temas relacionados. Durante a palestra, os educadores também aprenderão mais sobre a Unidade de Referência de Educação e Meio Ambiente (UREM) - criada para estimular a reciclagem entre profissionais de educação e estudantes.
A palestra será aberta a todos os professores da rede, da Educação Infantil à Educação de Jovens e Adultos (EJA).
“Nossa meta é ter a coleta seletiva em todas as escolas da rede. Fazendo isso, estaremos dando ao lixo a destinação correta. O que pode ser reciclado será encaminhado para uma cooperativa e o que não pode, será descartado em local apropriado. Além de ser uma prática sustentável, tal atitude ajudará na prevenção de doenças como a dengue, já que muitos criadouros do mosquito Aedes Aegypti são encontrados em lixo acumulados na rua ou descartados irregularmente”, destaca Nobre.
Todo o material reciclável coletado pelas escolas que adotarem a coleta seletiva será encaminhado, segundo o coordenador, para a cooperativa de reciclagem Recooperar, localizada no bairro Porto Novo.
“Assim estaremos movimentando a rede de sustentabilidade que está baseada em três eixos o econômico, o social e o ambiental. Com a reciclagem também teremos a oportunidade de contribuir para a geração de renda de muitas famílias”, completa Lauro.
O Portal da Ecologia funciona na Avenida Lúcio Tomé Feteira, s/n, ao lado do Colégio Municipal Joaquim Lavoura.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Maceió terá jangadas com Wi-Fi
A secretaria Municipal de Promoção do Turismo (Semptur) de Maceió anunciou uma série de projetos e inciativas para a área de estruturação, promoção, captação de recursos e tecnologia. Uma das novidades será o “Projeto Jangada Digital” que está previsto para entrar em vigor até o fim do ano.
Graças ao projeto, as jangadas que fazem os passeios nas piscinas naturais da cidade passarão a contar com Wi-Fi gratuito para os turistas. A iniciativa cria mais uma canal de divulgação das belezas naturais da cidade, uma vez que os visitantes poderão enviar fotos diretamente das piscinas naturais, de dentro das jangadas, para vários locais do mundo, utilizando a internet sem fio, sem limites de acesso.
Um dos transportes mais tradicionais, as jangadas são um símbolo do Turismo de Alagoas. De acordo com a prefeitura, a proposta de equipar as embarcações com Wi-Fi é inédita no Brasil.
Graças ao projeto, as jangadas que fazem os passeios nas piscinas naturais da cidade passarão a contar com Wi-Fi gratuito para os turistas. A iniciativa cria mais uma canal de divulgação das belezas naturais da cidade, uma vez que os visitantes poderão enviar fotos diretamente das piscinas naturais, de dentro das jangadas, para vários locais do mundo, utilizando a internet sem fio, sem limites de acesso.
Um dos transportes mais tradicionais, as jangadas são um símbolo do Turismo de Alagoas. De acordo com a prefeitura, a proposta de equipar as embarcações com Wi-Fi é inédita no Brasil.
Prêmio Von Martius de Sustentabilidade
Estão abertas as inscrições para a edição 2016 do Prêmio Von Martius de Sustentabilidade. Criado em 2000 pelo Departamento de Meio Ambiente, Energias Renováveis e Eficiência Energética da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, a premiação é voltada a iniciativas de empresas, poder público, cidadãos e representantes da sociedade civil que promovam o desenvolvimento sustentável de comunidades. Os interessados devem enviar seus projetos até 12 de setembro. A inscrição é gratuita.
Em comemoração aos 100 anos da Câmara Brasil- Alemanha, além das categorias Humanidade, Tecnologia e Natureza, já tradicionais, o prêmio, que está na 15ª edição, terá este ano uma categoria especial: Recursos Hídricos.
Outras informações sobre o prêmio e a ficha de inscrição estão disponíveis no endereço www.premiovonmartius.com.br.
Em comemoração aos 100 anos da Câmara Brasil- Alemanha, além das categorias Humanidade, Tecnologia e Natureza, já tradicionais, o prêmio, que está na 15ª edição, terá este ano uma categoria especial: Recursos Hídricos.
Outras informações sobre o prêmio e a ficha de inscrição estão disponíveis no endereço www.premiovonmartius.com.br.
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Temer autoriza importação de feijão
O presidente em exercício Miche Temer autorizou a importação de feijão de países do Mercosul. A decisão visa baixar o preço do produto nos supermercados.
O produto que chegará à mesa das famílias brasileiras poder vir da Argentina, Paraguai e Bolívia. Temer já enviou requisição ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, que informou que avalia ainda a possibilidade de trazer o feijão do México, após a assinatura de um acordo sanitário, e da China. Maggi esclareceu ainda que o preço do feijão subiu em função de questões climáticas, que ocasionaram a perda de praticamente toda a safra no Centro-Oeste, o que ocasionou queda na oferta. Nas prateleiras dos supermercados, o quilo do feijão já chegou até a R$ 10. O ministro também adiantou que vai negociar com grandes redes de supermercado para que busquem o produto onde há maior oferta:
“Pessoalmente tenho me envolvido nas negociações com os cerealistas e com os grandes supermercados para que eles possam fugir do tradicional que se faz no Brasil e ir diretamente à fonte, onde tem esse produto, e trazer. E à medida que o produto for chegando ao Brasil, que o mercado for abastecido, temos certeza que o preço cederá”.
O produto que chegará à mesa das famílias brasileiras poder vir da Argentina, Paraguai e Bolívia. Temer já enviou requisição ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, que informou que avalia ainda a possibilidade de trazer o feijão do México, após a assinatura de um acordo sanitário, e da China. Maggi esclareceu ainda que o preço do feijão subiu em função de questões climáticas, que ocasionaram a perda de praticamente toda a safra no Centro-Oeste, o que ocasionou queda na oferta. Nas prateleiras dos supermercados, o quilo do feijão já chegou até a R$ 10. O ministro também adiantou que vai negociar com grandes redes de supermercado para que busquem o produto onde há maior oferta:
“Pessoalmente tenho me envolvido nas negociações com os cerealistas e com os grandes supermercados para que eles possam fugir do tradicional que se faz no Brasil e ir diretamente à fonte, onde tem esse produto, e trazer. E à medida que o produto for chegando ao Brasil, que o mercado for abastecido, temos certeza que o preço cederá”.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Secretaria convoca entidades não governamentais para compor Conselho Municipal de Meio Ambiente
A secretaria municipal de Meio Ambiente de São Gonçalo cadastra até o próximo dia 22 entidades não governamentais (Ongs, OSCIP, Associações etc) com atuação na área ambiental, interessadas em compor o Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (COMMADS) para o biênio 2016/2018.
Cada entidade poderá designar um representante, com direito a voto, e seu respectivo suplente. Para se cadastrar é preciso ter sede ou filial no município de São Gonçalo; experiência comprovada na proposição e desenvolvimento de projetos socioambientais no município; não ter fins lucrativos e estar devidamente legalizado e em pleno funcionamento.
O secretário municipal de São Gonçalo, Ricardo Harduim, destaca a importância do Conselho para a formulação das Políticas Públicas na área ambiental:
“O conselho atua na elaboração de planos de trabalho e projetos específicos para o desenvolvimento ambiental do município; pode apreciar e se pronunciar sobre os Estudos de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) submetidos à secretaria de Meio Ambiente; estabelecer diretrizes na área de conservação ambiental; sugerir projetos de lei e promover ações de Educação Ambiental. Ou seja, as entidades que compõem o Conselho Municipal colaboram efetivamente no direcionamento das ações ambientais do município. Até porque, são pessoas e entidades locais que conhecem bem a cidade e, portanto, sabem quais são as necessidades”.
O cadastro deve ser feito na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, na Avenida Feliciano Sodré, 100, Centro, das 9h às 17h. No ato da inscrição a entidade deverá apresentar original e cópia autenticada do Estatuto Constitutivo; original e cópia autenticada de sua Ata de Fundação; original e cópia autenticada da Ata da última eleição; original e cópia do comprovante de endereço da sede ou filial da Entidade no Município de São Gonçalo; ofício com o nome dos representantes legais da entidade; originais e cópias do RG e CPF de seu representante legal; original e cópia do CNPJ atualizado; comprovação da experiência na proposição e desenvolvimento de projetos socioambientais no município, por meio de atestados técnicos ou declaração expedida por órgão da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal.
As entidades habilitadas serão comunicadas oficialmente sobre o resultado pela secretaria após o prazo de inscrições. Posteriormente, a lista de todos os titulares e suplentes indicados para compor o Conselho será encaminhada pelo secretário municipal de Meio Ambiente ao prefeito Neilton Mulim para nomeação e posse.
Cada entidade poderá designar um representante, com direito a voto, e seu respectivo suplente. Para se cadastrar é preciso ter sede ou filial no município de São Gonçalo; experiência comprovada na proposição e desenvolvimento de projetos socioambientais no município; não ter fins lucrativos e estar devidamente legalizado e em pleno funcionamento.
O secretário municipal de São Gonçalo, Ricardo Harduim, destaca a importância do Conselho para a formulação das Políticas Públicas na área ambiental:
“O conselho atua na elaboração de planos de trabalho e projetos específicos para o desenvolvimento ambiental do município; pode apreciar e se pronunciar sobre os Estudos de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) submetidos à secretaria de Meio Ambiente; estabelecer diretrizes na área de conservação ambiental; sugerir projetos de lei e promover ações de Educação Ambiental. Ou seja, as entidades que compõem o Conselho Municipal colaboram efetivamente no direcionamento das ações ambientais do município. Até porque, são pessoas e entidades locais que conhecem bem a cidade e, portanto, sabem quais são as necessidades”.
O cadastro deve ser feito na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, na Avenida Feliciano Sodré, 100, Centro, das 9h às 17h. No ato da inscrição a entidade deverá apresentar original e cópia autenticada do Estatuto Constitutivo; original e cópia autenticada de sua Ata de Fundação; original e cópia autenticada da Ata da última eleição; original e cópia do comprovante de endereço da sede ou filial da Entidade no Município de São Gonçalo; ofício com o nome dos representantes legais da entidade; originais e cópias do RG e CPF de seu representante legal; original e cópia do CNPJ atualizado; comprovação da experiência na proposição e desenvolvimento de projetos socioambientais no município, por meio de atestados técnicos ou declaração expedida por órgão da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal.
As entidades habilitadas serão comunicadas oficialmente sobre o resultado pela secretaria após o prazo de inscrições. Posteriormente, a lista de todos os titulares e suplentes indicados para compor o Conselho será encaminhada pelo secretário municipal de Meio Ambiente ao prefeito Neilton Mulim para nomeação e posse.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Reforço para preservação ambiental
Eles ainda são muito jovens – têm entre 8 e 11 anos. Alguns ainda nem sabem ao certo que profissão exercer quando crescer, mas, pelo bom desempenho escolar e pela facilidade de relacionamento com os colegas de turma, foram selecionados para participar das ações de preservação ambiental no município. Estamos falando de alunos da rede municipal de ensino que receberam o título de Agente Ambiental Escolar.
A iniciativa de tornar as crianças grandes aliadas na luta pela proteção ao meio ambiente foi do coordenador de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Lauro Nobre. Segundo ele, a ideia surgiu como uma das propostas do programa Agenda 21 Escolar, criado em 2014, cujo objetivo é fazer com que as questões ambientais estejam cada vez mais presentes nas salas de aula.
Os primeiros Agentes Ambientais Escolares foram selecionados na semana passada na Escola Municipal Joaquim Lavoura, no Barro Vermelho. Oito crianças, do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental, dos turnos da manhã e da tarde, foram selecionadas pelas professoras e colegas de turma para exercer o cargo. E em tempo de epidemia de Dengue, Zica e Chikungunya, a principal função do grupo será orientar amigos, familiares e vizinhos a identificarem e eliminarem os possíveis focos do aedes aegypti, mosquito transmissor das doenças.
“A ideia é que eles viviam na prática a Educação Ambiental. Todos os temas relacionados a meio ambiente e que a gente costuma ver pela mídia, devem fazer parte do dia a dia deles. Inundações, descarte irregular de lixo, desmatamento e, claro, dengue, tem que ser debatido com essas crianças e elas estão sendo preparadas para cobrar dos adultos uma atitude responsável em relação a essas questões. Não adianta assistir tudo pela TV sem fazer nada, sem colaborar. É essa mensagem que queremos passar”, afirmou Nobre.
Logo depois de receberem a carteira de agentes ambientais, os alunos arregaçaram as mangas e partiram para primeira tarefa: produzir uma mosquetoeira com garrafa pet para capturar larvas do transmissor da dengue. O passo a passo para a produção do artefato foi passado pela Professora Vera Lúcia Ramos, também do Núcleo de Educação Ambiental da Semed. Laryanne Cristina Gomes, 10 anos, aluna do 5º ano, estava animada com o invento e com sua nova função.
“Quero ajudar a melhorar o planeta e incentivar as pessoas a também fazerem isso. Eu sempre olho os pratinhos de planta da minha casa, vejo se tem água parada, agora vai ser melhor porque eu vou aprender outras maneiras de ajudar”, disse a menina enquanto preparava a mosquetoeira para levar para casa.
Na Escola Municipal Joaquim Lavoura, que funciona como uma espécie de laboratório para ações-piloto da Agenda 21 Escolar, a Educação Ambiental na Prática será o tema transversal trabalhado no primeiro bimestre. De acordo com a diretora Márcia da Costa Silva, a temática irá nortear as atividades de todas as disciplinas no período.
“Além do conteúdo específico de cada matéria, os alunos vão receber informações sobre meio ambiente, qualidade de vida, preservação ambiental, questões relacionadas ao cotidiano. Quando a gente traz temas do dia a dia para sala de aula, o processo ensino-aprendizagem fica mais fácil e as crianças internalizam melhor os conteúdos”.
O coordenador de Educação Ambiental e a direção da escola também têm plano de implantar na unidade um viveiro para produção de mudas nativas e uma horta orgânica. A ideia é aproveitar parte do que for produzido na própria unidade e o restante distribuir para a comunidade. Todo o trabalho contará com o apoio dos Agentes Ambientais Escolares. Segundo Lauro Nobre, 85 escolas da rede municipal participam da Agenda 21 Escolar. No momento, há um trabalho para a seleção de Agentes Ambientais Escolares nas demais unidades.
“O objetivo final é fazer com que os alunos sejam multiplicadores dos conceitos de sustentabilidade e contribuam para a qualidade de vida da comunidade onde vivem e onde a escola deles está inserida”, concluiu Nobre.
A iniciativa de tornar as crianças grandes aliadas na luta pela proteção ao meio ambiente foi do coordenador de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Lauro Nobre. Segundo ele, a ideia surgiu como uma das propostas do programa Agenda 21 Escolar, criado em 2014, cujo objetivo é fazer com que as questões ambientais estejam cada vez mais presentes nas salas de aula.
Os primeiros Agentes Ambientais Escolares foram selecionados na semana passada na Escola Municipal Joaquim Lavoura, no Barro Vermelho. Oito crianças, do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental, dos turnos da manhã e da tarde, foram selecionadas pelas professoras e colegas de turma para exercer o cargo. E em tempo de epidemia de Dengue, Zica e Chikungunya, a principal função do grupo será orientar amigos, familiares e vizinhos a identificarem e eliminarem os possíveis focos do aedes aegypti, mosquito transmissor das doenças.
“A ideia é que eles viviam na prática a Educação Ambiental. Todos os temas relacionados a meio ambiente e que a gente costuma ver pela mídia, devem fazer parte do dia a dia deles. Inundações, descarte irregular de lixo, desmatamento e, claro, dengue, tem que ser debatido com essas crianças e elas estão sendo preparadas para cobrar dos adultos uma atitude responsável em relação a essas questões. Não adianta assistir tudo pela TV sem fazer nada, sem colaborar. É essa mensagem que queremos passar”, afirmou Nobre.
Logo depois de receberem a carteira de agentes ambientais, os alunos arregaçaram as mangas e partiram para primeira tarefa: produzir uma mosquetoeira com garrafa pet para capturar larvas do transmissor da dengue. O passo a passo para a produção do artefato foi passado pela Professora Vera Lúcia Ramos, também do Núcleo de Educação Ambiental da Semed. Laryanne Cristina Gomes, 10 anos, aluna do 5º ano, estava animada com o invento e com sua nova função.
“Quero ajudar a melhorar o planeta e incentivar as pessoas a também fazerem isso. Eu sempre olho os pratinhos de planta da minha casa, vejo se tem água parada, agora vai ser melhor porque eu vou aprender outras maneiras de ajudar”, disse a menina enquanto preparava a mosquetoeira para levar para casa.
Na Escola Municipal Joaquim Lavoura, que funciona como uma espécie de laboratório para ações-piloto da Agenda 21 Escolar, a Educação Ambiental na Prática será o tema transversal trabalhado no primeiro bimestre. De acordo com a diretora Márcia da Costa Silva, a temática irá nortear as atividades de todas as disciplinas no período.
“Além do conteúdo específico de cada matéria, os alunos vão receber informações sobre meio ambiente, qualidade de vida, preservação ambiental, questões relacionadas ao cotidiano. Quando a gente traz temas do dia a dia para sala de aula, o processo ensino-aprendizagem fica mais fácil e as crianças internalizam melhor os conteúdos”.
O coordenador de Educação Ambiental e a direção da escola também têm plano de implantar na unidade um viveiro para produção de mudas nativas e uma horta orgânica. A ideia é aproveitar parte do que for produzido na própria unidade e o restante distribuir para a comunidade. Todo o trabalho contará com o apoio dos Agentes Ambientais Escolares. Segundo Lauro Nobre, 85 escolas da rede municipal participam da Agenda 21 Escolar. No momento, há um trabalho para a seleção de Agentes Ambientais Escolares nas demais unidades.
“O objetivo final é fazer com que os alunos sejam multiplicadores dos conceitos de sustentabilidade e contribuam para a qualidade de vida da comunidade onde vivem e onde a escola deles está inserida”, concluiu Nobre.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Áreas verdes de São Gonçalo são reconhecidas como unidade de conservação
A Área de Proteção Ambiental do Engenho Pequeno (APAEP) e o Parque Natural Municipal de São Gonçalo (PNMSG) foram credenciadas no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC) do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Com 24 e 14 anos de existência, respectivamente,as unidades são importantes áreas verdes da cidade e o credenciamento, resultado do trabalho da secretaria de Meio Ambiente, representa um passo importante nos investimentos feitos pelo município em conservação das reservas ambientas e desenvolvimento sustentável.
Com o cadastramento e a regularização do Fundo do Meio Ambiente (que entra em vigor no primeiro trimestre de 2016 no município), São Gonçalo começa a receber, a partir de 2017, o chamado ICMS Verde (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A iniciativa criada em 2007, pela Lei Estadual nº 5.100, tem dois objetivos principais: ressarcir o município pelo uso do território para áreas de conservação da natureza e pelos investimentos realizados nestas áreas, uma vez que os benefícios são compartilhados por todos os vizinhos, como no caso do tratamento do esgoto e na correta destinação de seus resíduos.
A regularização foi finalizada após três meses de trabalho intenso da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) para a preparação do projeto para elaboração do Plano de Manejo, baseado na lei 9.985 de 2000, que determina as metas de conservação, estudos fitogeográficos e faunísticos que poderão ser realizados nas unidades ambientais. O projeto foi entregue ontem à Câmara de Compensação Ambiental(CCA), ligada à Secretaria Estadual do Ambiente (SEA-RJ).
O Superintendente do Meio Ambiente de São Gonçalo e coordenador do projeto, Gabriel Lessa, afirma que o êxito do cadastro das Unidades de Conservação e a elaboração do projeto foi fruto do trabalho árduo de estagiários e técnicos da pasta, e do trabalho em conjunto com analistas do Ministério do Meio Ambiente.
“O projeto para a elaboração do Plano de Manejo possui quatro objetivos gerais: a criação do Plano e suas diretrizes; o projeto de reforma da sede APA Engenho Pequeno e do Parque Natural; sinalização e plaqueamento da área; Comunicação e Educação ambiental na unidade, que contempla os moradores e escolas locais e adjacentes e Aquisição de equipamentos para os projetos desenvolvidos dentro da área de proteção, principalmente o combate a incêndios. Além disso, contamos com a ajuda dos técnicos do Ministério do Meio Ambiente que auxiliaram na parte de geolocalização, ato fundamental para realizarmos o registro das unidades”, destaca o superintendente.
Caso aprovado, o projeto que custa cerca de 800 mil reais será um marco histórico no investimento ambiental no município de São Gonçalo.
Com o cadastramento e a regularização do Fundo do Meio Ambiente (que entra em vigor no primeiro trimestre de 2016 no município), São Gonçalo começa a receber, a partir de 2017, o chamado ICMS Verde (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A iniciativa criada em 2007, pela Lei Estadual nº 5.100, tem dois objetivos principais: ressarcir o município pelo uso do território para áreas de conservação da natureza e pelos investimentos realizados nestas áreas, uma vez que os benefícios são compartilhados por todos os vizinhos, como no caso do tratamento do esgoto e na correta destinação de seus resíduos.
A regularização foi finalizada após três meses de trabalho intenso da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) para a preparação do projeto para elaboração do Plano de Manejo, baseado na lei 9.985 de 2000, que determina as metas de conservação, estudos fitogeográficos e faunísticos que poderão ser realizados nas unidades ambientais. O projeto foi entregue ontem à Câmara de Compensação Ambiental(CCA), ligada à Secretaria Estadual do Ambiente (SEA-RJ).
O Superintendente do Meio Ambiente de São Gonçalo e coordenador do projeto, Gabriel Lessa, afirma que o êxito do cadastro das Unidades de Conservação e a elaboração do projeto foi fruto do trabalho árduo de estagiários e técnicos da pasta, e do trabalho em conjunto com analistas do Ministério do Meio Ambiente.
“O projeto para a elaboração do Plano de Manejo possui quatro objetivos gerais: a criação do Plano e suas diretrizes; o projeto de reforma da sede APA Engenho Pequeno e do Parque Natural; sinalização e plaqueamento da área; Comunicação e Educação ambiental na unidade, que contempla os moradores e escolas locais e adjacentes e Aquisição de equipamentos para os projetos desenvolvidos dentro da área de proteção, principalmente o combate a incêndios. Além disso, contamos com a ajuda dos técnicos do Ministério do Meio Ambiente que auxiliaram na parte de geolocalização, ato fundamental para realizarmos o registro das unidades”, destaca o superintendente.
Caso aprovado, o projeto que custa cerca de 800 mil reais será um marco histórico no investimento ambiental no município de São Gonçalo.
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