terça-feira, 26 de novembro de 2013

Conferência leva jovens a discutirem questões ambientais

Até quinta-feira, dia 28, acontece em Brasília a IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA). Voltada para o fortalecimento da cidadania ambiental nas escolas e comunidades a partir de uma educação crítica, participativa, democrática e transformadora, a conferência promove encontros e diálogos para debater temas relacionados as questões ambientais. A proposta da Diretoria de Educação Ambiental (DEA) do Ministério do Meio Ambiente(MMA) e a Coordenação Geral de Educação Ambiental (CGEA) do Ministério da Educação(MEC) é, por meio da conferência, envolver estudantes, professores, juventude e comunidade no enfrentamento do desafio de construir juntos uma sociedade brasileira educada e educando ambientalmente para a sustentabilidade. O encontro é realizado na Esplanada dos Ministérios, Bloco L, Anexo I, 4º andar, sala 419.

Um minuto para reflexão...

Vídeo WWF

Anvisa avalia regular uso de cádmio em bijuterias

Amanhã a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde, o Inmetro e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) se reúnem para discutir a criação de uma regulamentação para a presença do metal cádmio em bijuterias. Anvisa e a Senacon analisaram laudo do Instituto Nacional de Tecnologia (INT) sobre a presença do cádmio em acessórios trazidos recentemente da China e concluíram que pela quantidade de cádmio encontrado nas peças “não há risco iminente e nem agudo à saúde” do consumidor. Ainda assim, os órgãos pretendem iniciar estudos que possam fundamentar uma futura regulação do uso do cádmio em bijuterias. De acordo com o Ministério da Saúde, o cádmio é um metal tóxico que, quando acumulado no organismo, pode levar ao câncer. O laudo do INT apontou que as bijuterias importadas da China tinham concentração de cádmio que variavam de 32% a 39% da liga metálica. Em países como os Estados Unidos, o limite de cádmio em bijuterias é de apenas 0,03%. Na Europa, a presença desse metal não pode ultrapassar 0,01%.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Abraço ao Macacu

Na próxima quinta-feira, dia 14, às 9h, moradores de Cachoeiras de Macacu irão abraçar o principal rio da cidade - o Rio Macacu, que leva água para cerca de dois milhões de pessoas. Promovido pela Agenda 21 local, o "Abraço ao Macacu" ajudará a chamar a atenção da cidade para a importância do corpo hídrico e para a necessidade de preservá-lo. O evento será uma das ações da Semana das Águas, instituída pela prefeitura de Cachoeiras de Macacu, e deve reunir cerca de 500 pessoas. De acordo com os organizadores, a proposta do "Abraço" é ainda estimular a relação afetiva, a reflexão crítica e a consciência ambiental da população, principalmente dos jovens. O ponto de encontro para o "Abraço" será na altura da Rua Nicomedes Arruda, Centro. Também estão previstas intervenções artísticas com teatro, música, poesia e pinturas. Essa será a 4ª edição do "Abraço ao Macacu".

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Borboleta pré-histórica sob ameaça

Uma das espécies mais antigas de borboleta pode desaparecer definitivamente. O alerta veio de uma equipe de cientistas mexicanos e franceses durante o fórum Green Solutions 2013, realizado na França. Segundo os estudiosos, a borboleta Baronia brevicornis, natural da região Central do México e que conviveu com os dinossauros há 70 milhões de anos corre sério risco de extinção. Os estudos apontam a agricultura, o desmatamento e a poluição como a principais causas para o desaparecimento da espécie. A Baronia - caracterizada pela cor marrom com toques amarelos e alaranjados - só pode ser encontrada na Serra de Huautla e tudo indica que é a borboleta mais antiga do mundo. A espécie é estudada há aproximadamente cinco anos por pesquisadores da Universidade Autônoma do Estado de Morelos (UAEM), com apoio da Universidade de Toulouse, na França. Agora, o governo de Morelos junto com os estados de Guerrero e Puebla pretendem criar uma área de reserva ecológica de 180 mil hectares que, além de proteger a Baronia, ajudará na conservação de outras espécies de fauna e flora da reserva da Serra de Huautla.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Parque dos Três Picos tem área ampliada

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou esta semana o projeto de lei 2.504/2013 que amplia os limites do Parque Estadual dos Três Picos, localizado entre os municípios de Cachoeiras de Macacu, Nova Friburgo, Teresópolis, Guapimirim e Silva Jardim. Pela nova legislação, o parque ganha 1.930 hectares de mata e deixa de fora uma área composta por construções irregulares. O projeto segue, agora, para a sanção do Governador Sérgio Cabral.A reportagem na íntegra foi publicada no Diário Oficial do Estado de quinta-feira, 24 de outubro.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Tartarugas marinhas ainda são amaeaçadas por lixo deixado em praias

Jogar lixo no mar ou nas areias das praias mais do que uma agressão ao meio ambiente é uma ameaça à fauna marinha. Dados divulgados pelo Instituto Biota de Conservação, entidade que cuida de animais marinhos em Maceió, Alagoas, mostra que o número de tartarugas marinhas mortas por ingestão de lixo cresce a cada dia. De acordo com técnicos do instituto, as tartarugas confundem plásticos com águas-vivas (principal alimento da espécie), ingerem e acabam morrendo. Nos últimos três anos, a quantidade de tartarugas encalhadas encontradas nas praias da capital alagoana mais que triplicou. Em 2010 o Biota encontrou 20 animais nessa situação, em 2011 já foram 60 e ano passado, 70. Desse total, apenas 11 foram resgatados com vida e somente quatro sobreviveram. As informações deste ano ainda não estão concluídas, mas biólogos do Biota já catalogaram 53 tartarugas encalhadas nas praias de Maceió, a maioria estava morta ou morreu dias depois ser localizada. O mais triste é constatar que a morte das tartarugas por ingestão de lixo deixado pelos banhistas não é um problema apenas de Alagoas. Um estudo realizado na Austrália e publicado no periódico Conservation Biology, em setembro, mostra que as tartarugas verdes estão ingerindo cada vez mais detritos humanos, incluindo produtos de plástico que podem ser letais. A pesquisa levou em conta textos científicos sobre a ingestão de lixo humano no oceano por tartarugas marinhas desde 1985 e concluiu que há registro da ingestão de detritos em seis das sete espécies de tartarugas marinhas do mundo. Todas listadas como espécies vulneráveis ou em perigo. Foram analisados 37 estudos publicados de 1985 a 2012 com informações coletadas de 1900 até 2011. Os resultados mostram que tartarugas em quase todas as regiões ingerem detritos, sobretudo o plástico.