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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Dia D de combate ao Aedes aegypti

Hoje é o D de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya. E para chamar a atenção da população sobre a importância de eliminar os focos do mosquito, ministros de Estado visitam as diferentes capitais do País. O Rio de Janeiro recebe o ministro do Esporte, Leonardo Picciani.

De acordo com o ministério da Saúde, o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2016, realizado pelo ministério em conjunto com os municípios, mostra que 20 cidades encontram-se em situação de alerta ou risco de surto de dengue, chikungunya e zika no Estado do Rio de Janeiro. Desse total, o município de Santo Antônio de Pádua está em risco. Outros 19 aparecem em alerta e 55 estão em situação satisfatória, como é o caso da cidade do Rio de Janeiro. Em todo o país, LIRAa aponta 855 cidades em situação de risco. O levantamento é fundamental para orientar as ações de controle das três doenças.

A escolha do dia 2 de dezembro como o Dia Nacional de Mobilização e Combate ao Aedes aegypti foi feita em 24 de novembro durante o lançamento da campanha “Um simples mosquito pode marcar uma vida. Um simples gesto pode salvar” do Governo Federal. Em todo o país, haverá atividades integradas e simultâneas, desenvolvidas em articulação com prefeituras, governos estaduais e população. Militares das Forças Armadas, agentes de saúde e de defesa civil, além de outras autoridades, também estarão nas ruas para conscientizar a população e ajuda na identificação e eliminação dos possíveis focos do mosquito.

A proposta do governo é que, a partir do Dia de Mobilização, todas as sextas-feiras sejam dedicadas à ações de combate à dengue, zika e chikungunya, com a participação de todos os segmentos da sociedade. Essa campanha traz como foco “Sexta sem mosquito. Toda sexta é dia do mutirão nacional de combate”.

A campanha “Um simples mosquito pode marcar uma vida. Um simples gesto pode salvar” será veiculada será veiculadas na TV, rádio, internet, redes sociais e mobiliários urbano (pontos de ônibus e outdoors) até o próximo dia 23.


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Governo intensifica guerra contra o Aedes aegypti

O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (24) uma nova campanha para chamar a atenção da população para os riscos da dengue, zika e chikungunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Com o slogan "Um simples mosquito pode marcar uma vida - um simples gesto pode salvar", a campanha será veiculada em rádios, Tvs, internet, redes sociais e espaços urbanos até 23 de dezembro.

O ponto alto da campanha será no próximo dia 2 quando acontece o Dia D de combate ao Aedes aegypti, com ações em todo o país. A mobilização contará com a participação de todos os ministérios e deverá envolver ainda as escolas. De acordo com o Ministério da Saúde, foram investidos R$ 10 milhões na campanha.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que o objetivo da campanha é fortalecer a mensagem de que cuidar do foco do transmissor das doenças é melhor do que sofrer as consequências depois.

"Estamos mostrando as consequências de não combater os focos do mosquito. São mães que perderam os filhos por dengue hemorrágica, que tiveram filhos com microcefalia, são trabalhadores que tiveram de se afastar de sua capacidade de produção por acometimento da chikungunya", adiantou.

Dados do Planalto mostram que os casos de dengue registraram uma queda de 5,5% em relação ao ano passado. Até 22 de outubro, foram confirmados 1.485.355 casos, enquanto no mesmo período de 2015, esse número era de 1.543.000.

Já a febre chikungunya atingiu 134.910 pessoas neste ano, contra 8.528 no ano passado. O aumento era previsto já que a doença é recente no país, o que deixa a população mais suscetível ao vírus.

Em relação ao zika, foram registrados 208.867 casos prováveis de doença provocada pelo vírus. A notificação compulsória dos casos começou em fevereiro deste ano.