Mostrando postagens com marcador UnB. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UnB. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Relatório do Ipea revela que preconceito racial ainda é grande no Brasil
O tema não está relacionado a Meio Ambiente, mas merece total atenção. Boletim divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que as chances de um negro ser vítima de homicídio é oito pontos percentuais maior do que a de um branco, mesmo quando se trata de indivíduos com escolaridade e características socioeconômicas semelhantes. DE acordo com o boletim, a cada três assassinatos ocorridos no Brasil, dois são de negros. Somando-se a população residente nos 226 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, calcula-se que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior em comparação com os brancos.
Os dados estão no artigo Segurança Pública e Racismo Institucional, de autoria do pesquisador do Ipea Almir de Oliveira Júnior e da acadêmica de Direitos Humanos da Unb Verônica Couto de Araújo Lima, publicado na quarta edição do Boletim de Análise Político-Institucional(Bapi). Os autores fizeram ainda uma análise do racismo institucional dentro das polícias e concluíram que há um fracasso coletivo das instituições em promover um serviço profissional e adequado às pessoas por causa da sua cor. A pesquisa indica ainda que os negros são maiores vítimas de agressão por parte de policiais do que os brancos.
Marcadores:
Boletim de Análise Político-Institucional,
Ipea,
UnB
sábado, 17 de março de 2012
Os riscos dos agrotóxicos
Quais são os reais efeitos dos agrotóxicos na nossa saúde? A resposta para a pergunta pode estar em um dossiê que será apresentado no Congresso Mundial de Nutrição de 27 a 30 de abril, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
Elaborado pelo Departamento de Saúde coletiva da Universidade de Brasília (UnB), o documento levou em conta o fato de há três anos o Brasil ocupar o primeiro lugar no ranking de consumo de agrotóxícos e o lobby para se permitir e flexibilizar o uso desses produtos.
O dossiê,composto por trabalhos enviados por mestres e doutores, será levado ainda à Rio+20, em junho.
Elaborado pelo Departamento de Saúde coletiva da Universidade de Brasília (UnB), o documento levou em conta o fato de há três anos o Brasil ocupar o primeiro lugar no ranking de consumo de agrotóxícos e o lobby para se permitir e flexibilizar o uso desses produtos.
O dossiê,composto por trabalhos enviados por mestres e doutores, será levado ainda à Rio+20, em junho.
Marcadores:
agrotóxicos,
Congresso Mundial de Nutrição,
UnB
Assinar:
Postagens (Atom)