A 3ª edição do Mondial de La Bìère, realizado de 19 a 22 de novembro, no Rio de Janeiro, provou que a sustentabilidade também faz parte da receita dos produtores de cervejas especiais. Dois bons exemplos foram das cervejarias Jeffrey e W*Kattz que levaram ao maior evento de cerveja do mundo stands com pegadas ecológicas e boas histórias de reaproveitamento de insumos.
Idealizador da W*Kattz, o arquiteto Luiz Winter abusou da criatividade e das possibilidades de reaproveitamento para criar o stand que levou ao festival: bobinas de papel foram transformadas em persianas, tampos de uma mesa viraram balcão e tubos serviram de estrutura para baners e luminárias. O resultado foi um espaço leve, alegre e moderno, bem ao estilo da cervejaria artesanal de Nova Friburgo, inaugurada em agosto, que tem a identidade visual assinada pelo cartunista Bruno Drummond. Sem contar que além da versão tradicional (garrafa de 600 ml), os rótulos da W*Katzz foram apresentados em barris acondicionados em uma charmosa bicliceta.
Já a Jeffrey montou o stand todo em madeira reciclada e certificada - um deferencial que chamou a atenção no salão internacional da cerveja. E de acordo com um dos sócios da marca, Gilson Val, a preocupação com o meio ambiente está em todo o processo de produção da cerveja. Ele conta que os insumos usados na preparação da bebida ao invés de irem parar no lixo são transformados em doces ou ração:
- Na última produção utilizamos três toneladas de limão. Como só usamos a raspa, todo o restante da fruta foi doado para uma cooperativa de doceiras e uma escola do Sul para serem utilizados em doces e na merenda escolar. O malte, após ser utilizado, é destinado para ração de gados.
Na fábrica da marca, garante Val, a água de chuva é aproveitada para lavar chão.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
Polícia fecha fábrica de balóes no Rio de Janeiro
Com base em informações do Linha Verde - Disque Denúncia do meio ambiente - a policia localizou um barracão, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que funcionava como uma fábrica de balões clandestina.
A fábrica funcionava no bairro Paciência e, de acordo com os policiais, no local eram confeccionados diversos balões por dia. Ao chegarem ao endereço, os agentes conseguiram apreender aproximadamente 300 lanternas, dois kits de moldes para fabricação de balões, 250 folhas de papel fino, um maçarico, um balão de três metros, um fardo de estopa, uma bucha, um estilete, duas réguas e uma tesoura. Um homem que trabalhava no imóvel na hora da incursão policial foi encaminhado à 35ª DP (Campo Grande), onde foi autuado com base na lei de crimes ambientais.
Os policias advertem que fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios é crime e tem pena de detenção de 1 a 3 anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.O Linha Verde solicita a população de todo o Estado do RJ, que continue denunciando crimes ambientais através dos telefones 2253 1177(capital) ou 0300 253 1177(interior, custo de ligação local). O anonimato é garantido ao denunciante. Informações sobre o serviço estão disponíveis também na página www.facebook.com/linhaverdedd.
A fábrica funcionava no bairro Paciência e, de acordo com os policiais, no local eram confeccionados diversos balões por dia. Ao chegarem ao endereço, os agentes conseguiram apreender aproximadamente 300 lanternas, dois kits de moldes para fabricação de balões, 250 folhas de papel fino, um maçarico, um balão de três metros, um fardo de estopa, uma bucha, um estilete, duas réguas e uma tesoura. Um homem que trabalhava no imóvel na hora da incursão policial foi encaminhado à 35ª DP (Campo Grande), onde foi autuado com base na lei de crimes ambientais.
Os policias advertem que fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios é crime e tem pena de detenção de 1 a 3 anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.O Linha Verde solicita a população de todo o Estado do RJ, que continue denunciando crimes ambientais através dos telefones 2253 1177(capital) ou 0300 253 1177(interior, custo de ligação local). O anonimato é garantido ao denunciante. Informações sobre o serviço estão disponíveis também na página www.facebook.com/linhaverdedd.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, lança Agenda 21 Escolar
O debate sobre sustentabilidade irá ganhar força nas escolas da rede. Foi lançado esta semana, no Centro Cultural Joaquim Lavoura, o Fórum Permanente da Agenda 21 Escolar. Com o slogan Pensar global, Agir local, o fórum propicia a interação da escola com a comunidade, levando alunos e professores a pensarem soluções e a criarem uma conscientização maior para problemas socioeconômicos e ambientais como lixo, água, saneamento básico, poluição atmosférica, bacia hidrográfica, energia, dependência química e vida saudável.
A festa de lançamento contou com a participação da secretária de Educação, Vaneli Chaves, da subsecretária de Ensino e Apoio Pedagógico Graciane Volotão, da superintendente Ligia Coutinho e do coordenador de Meio Ambiente na Educação, Lauro Nobre, e de alunos, professores e diretores de 85 escolas da rede municipal. Na cerimônia de abertura, o Maestro Paulo Guarany e a Camerata Municipal interpretavam temas da MPB relacionadas ao Meio Ambiente entre eles Planeta Água, de Guilherme Arantes, e Terra, de Beto Guedes.
Em seu discurso, a secretária Vaneli Chaves, ressaltou que o fato de o auditório estar lotado significava que diretores e professores entenderam a proposta do programa e repassaram muito bem para os alunos que compareceram em número expressivo.
“Somos parte de um planeta que pede socorro, e o nosso legado, enquanto professores e formadores de opinião, será formar uma nova geração, certamente mais preocupada com os problemas de forma global, no que se refere ao Meio Ambiente e aos aspectos sociais e econômicos”.
Alunos das Escolas Municipais Guaxindiba, Evadir Molina, Leonor Correia e CIEP 15 Paulo Roberto Macedo do Amaral apresentaram esquetes teatrais, cartazes, números musicais e até ações solidárias, implementadas por um grupo de estudantes do CIEP 125 em algumas comunidades. O diretor Reynaldo Sampaio, da E. M. Evadir Molina afirmou que foi muito gratificante ter na abertura do Fórum da Agenda 21 Escolar fotos de produtos reciclados pelos próprios alunos e professores em sala de aula.
O coordenador de Meio Ambiente na Educação, Lauro Nobre, explicou que já está montada toda uma estrutura nos onze polos educacionais que se localizam em áreas geográficas estratégicas, cada um reunindo de 8 a 11 escolas. Segundo ele, está prevista a realização do Fórum Municipal da Agenda 21 composto por representantes de cada polo. A data ainda será definida.
“Assim, conseguiremos abranger todo o município integrando escolas, famílias e comunidades. A preocupação ambiental atingiu um nível crítico e não podemos mais negligenciar em questões cruciais do dia a dia, tais como o lixo e sua reciclagem, a água e muito mais. Não se justifica mais ficar aguardando ações dos órgãos governamentais para soluções pontuais, seja em nossa rua ou no bairro em que vivemos. Temos que buscar o apoio da comunidade. A questão ambiental diz respeito a todos. Temos que ser mais participativos e pró-ativos. A degradação do ambiente afeta a todos, concluiu Nobre.
A festa de lançamento contou com a participação da secretária de Educação, Vaneli Chaves, da subsecretária de Ensino e Apoio Pedagógico Graciane Volotão, da superintendente Ligia Coutinho e do coordenador de Meio Ambiente na Educação, Lauro Nobre, e de alunos, professores e diretores de 85 escolas da rede municipal. Na cerimônia de abertura, o Maestro Paulo Guarany e a Camerata Municipal interpretavam temas da MPB relacionadas ao Meio Ambiente entre eles Planeta Água, de Guilherme Arantes, e Terra, de Beto Guedes.
Em seu discurso, a secretária Vaneli Chaves, ressaltou que o fato de o auditório estar lotado significava que diretores e professores entenderam a proposta do programa e repassaram muito bem para os alunos que compareceram em número expressivo.
“Somos parte de um planeta que pede socorro, e o nosso legado, enquanto professores e formadores de opinião, será formar uma nova geração, certamente mais preocupada com os problemas de forma global, no que se refere ao Meio Ambiente e aos aspectos sociais e econômicos”.
Alunos das Escolas Municipais Guaxindiba, Evadir Molina, Leonor Correia e CIEP 15 Paulo Roberto Macedo do Amaral apresentaram esquetes teatrais, cartazes, números musicais e até ações solidárias, implementadas por um grupo de estudantes do CIEP 125 em algumas comunidades. O diretor Reynaldo Sampaio, da E. M. Evadir Molina afirmou que foi muito gratificante ter na abertura do Fórum da Agenda 21 Escolar fotos de produtos reciclados pelos próprios alunos e professores em sala de aula.
O coordenador de Meio Ambiente na Educação, Lauro Nobre, explicou que já está montada toda uma estrutura nos onze polos educacionais que se localizam em áreas geográficas estratégicas, cada um reunindo de 8 a 11 escolas. Segundo ele, está prevista a realização do Fórum Municipal da Agenda 21 composto por representantes de cada polo. A data ainda será definida.
“Assim, conseguiremos abranger todo o município integrando escolas, famílias e comunidades. A preocupação ambiental atingiu um nível crítico e não podemos mais negligenciar em questões cruciais do dia a dia, tais como o lixo e sua reciclagem, a água e muito mais. Não se justifica mais ficar aguardando ações dos órgãos governamentais para soluções pontuais, seja em nossa rua ou no bairro em que vivemos. Temos que buscar o apoio da comunidade. A questão ambiental diz respeito a todos. Temos que ser mais participativos e pró-ativos. A degradação do ambiente afeta a todos, concluiu Nobre.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Inpe registra recorde de queimadas no Amazonas
De acordo com o Instituto Nacional de Paequisas Espaciais (Inpe), o estado de Amazonas registrou novo recorde de incêndios este ano. O serviço de monitoramento de queimadas do instituto, que utiliza dados de satélite, identificou 2.494 focos de incêndio em floresta e vegetação em outubro, maior índice já registrado no período há 17 anos. Em outubro de 2014, por exemplo, foram localizados 952 focos - 162% a menos.
O volume de queimadas no mês de outubro é superior ainda à marca histórica de 2009, quando foram registrados 2.189 casos, até então o maior índice. O novo recorde é 13,9% maior do que o anterior. Em setembro, o número de queimada chegou a 5.882. A quantidade é 90,3% maior que a máxima já registrada em 2009, com 3.091 focos. O acumulado de registros de queimadas no Amazonas já chega a 13.592. Segundo o Inpe, a destruição da mata por fogo na região vem aumentando neste segundo semestre do ano. Desde julho, o Amazonas registra número elevado de focos de incêncio em diversas cidades. Entretanto, no último trimestre a situação se agravou.
As informações sobre as queimadas em todos os estados estão disponíveis no Portal de Monitoramento de Quiemadas e Incêncidios do instituto. .
O volume de queimadas no mês de outubro é superior ainda à marca histórica de 2009, quando foram registrados 2.189 casos, até então o maior índice. O novo recorde é 13,9% maior do que o anterior. Em setembro, o número de queimada chegou a 5.882. A quantidade é 90,3% maior que a máxima já registrada em 2009, com 3.091 focos. O acumulado de registros de queimadas no Amazonas já chega a 13.592. Segundo o Inpe, a destruição da mata por fogo na região vem aumentando neste segundo semestre do ano. Desde julho, o Amazonas registra número elevado de focos de incêncio em diversas cidades. Entretanto, no último trimestre a situação se agravou.
As informações sobre as queimadas em todos os estados estão disponíveis no Portal de Monitoramento de Quiemadas e Incêncidios do instituto. .
Samarco será multada em R$ 250 milhões
A mineradora Samarco, responsável pelas barragens Fundão e Santarém, que se romperam há uma semana no distrito de Bento Rodrigues,em Mariana, Minas Gerais, deixando novo mortos até o meomento e cerca de 600 desalojadas, foi multada em R$ 250 milhões pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). O órgão ambiental aplicou cinco multas à empresa, cada uma no valor de R$ 50 milhões.
Além dos prejuízos causados à biodiversidade, a Samarco será punida pelo lançamento de rejeitos em rios próximos em deccorrência do rompimento das barragens. Segundo o Ibama, o rompimento das barragens lançou 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos em áreas vizinhas ao local da tragédia.
A presidente do Ibama, Marilene Ramos, informou que o instituto continua analisando a situação ambiental da área atingida pelo desastre e que, nos testes realizados até o momento, foram verificadas alterações nos padrões de qualidade da água em rios próximos, inclusive no Rio Doce, que passa pelos estados de Minas Gerais e Espírito Santo (ES). Entrenatanto, a presidente ressaltou que essas alterações não correspondem à presença de substância tóxica na água.
Além dos prejuízos causados à biodiversidade, a Samarco será punida pelo lançamento de rejeitos em rios próximos em deccorrência do rompimento das barragens. Segundo o Ibama, o rompimento das barragens lançou 50 milhões de metros cúbicos de rejeitos em áreas vizinhas ao local da tragédia.
A presidente do Ibama, Marilene Ramos, informou que o instituto continua analisando a situação ambiental da área atingida pelo desastre e que, nos testes realizados até o momento, foram verificadas alterações nos padrões de qualidade da água em rios próximos, inclusive no Rio Doce, que passa pelos estados de Minas Gerais e Espírito Santo (ES). Entrenatanto, a presidente ressaltou que essas alterações não correspondem à presença de substância tóxica na água.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Documentário que revela memórias de meninos escravizados é exibido no Ipea
Na próxima segunda-feria, 16/11, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada(Ipea) exibe gratuitamente o documentário Menino 23, de Belisário Franca. Baseado na investigação do historiador Sidney Aguilar sobre tijolos marcados com suásticas encontrados na fazenda de uma aluna, a produção revela as memórias de meninos negros e órfãos vítimas de preconceito, trabalho semiescravo e violência nos anos 1930. Um deles, Aloysio Silva, hoje com 87 anos, relata os abusos sofridos. A obra ajuda a compreender as raízes do Racismo e do Eugenismo no Brasil e sua permanência devastadora.
A exibição será no auditório do 10º andar do Ipea, que fica na Avenida Presidente Antônio Carlos, 51, Centro do Rio de Janeiro. A sessão será aberta ao público, porém, as vagas são limitadas e para participar é necessário confirmar presença pelo e-mail marina.nery@ipea.gov.br. O credenciamento será às 10h30min, seguido do café da manhã de boas-vindas. O documentário será transmitido também para o auditório do Ipea em Brasília (SBS, Quadra 1, 7º andar. Ed. BNDES/Ipea).
Após a sessão haverá debate como o diretor Belisário Franca, o historiador Sidney Aguilar, o técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea Antonio Teixeira Lima Junior e pessoas ligadas ao tema. A exibição é um teste de público da produtora Giros. Clique para ler a sinopse do filme. Também é possível assistir ao treailer acessando https://vimeo.com/137876510 . A senha é Giros.
A exibição será no auditório do 10º andar do Ipea, que fica na Avenida Presidente Antônio Carlos, 51, Centro do Rio de Janeiro. A sessão será aberta ao público, porém, as vagas são limitadas e para participar é necessário confirmar presença pelo e-mail marina.nery@ipea.gov.br. O credenciamento será às 10h30min, seguido do café da manhã de boas-vindas. O documentário será transmitido também para o auditório do Ipea em Brasília (SBS, Quadra 1, 7º andar. Ed. BNDES/Ipea).
Após a sessão haverá debate como o diretor Belisário Franca, o historiador Sidney Aguilar, o técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea Antonio Teixeira Lima Junior e pessoas ligadas ao tema. A exibição é um teste de público da produtora Giros. Clique para ler a sinopse do filme. Também é possível assistir ao treailer acessando https://vimeo.com/137876510 . A senha é Giros.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015
CEF investe em projeto para tornar agências energeticamente sustentáveis
A Caixa Econômica Federal (CEF) lançou edital para a contratação de empresa que faça a instalação de sistemas fotovoltaicos em 44 agências. A iniciativa está prevista no projeto de autogeração de energia que visa incorporar na matriz de consumo da rede fontes renováveis de geração para uso próprio, permitindo a redução dos custos com energia elétrica. A meta é fazer com que, até 2017, 168 unidades do banco recebam os sistemas. A estimativa é de que até 2018 a economia seja de R$ 13 milhões por ano.
A potência total a ser instalada nessa primeira etapa é de 3,36 MWp (Megawatt-pico), o suficiente para o abastecimento de 2.300 residências ou um prédio comercial de 60 mil m². Inicialmente, os sistemas serão adotados em 42 agências no interior do estado de São Paulo e em dois edifícios no Distrito Federal - a Matriz 2 e a Caixa Cultural. De acordo com a presidenta da instituição, Miriam Belchior, a Caixa Econômica já possui o menor consumo de energia do mercado bancário brasileiro. E a proposta agora é gerar parte da própria energia.
Em dezembro de 2014, o projeto piloto de autogeração de energia foi implantado na filial do município de Vazante, em Minas Gerais, que tornou-se a primeira agência bancária energeticamente autossuficiente do Brasil. Localizada a 350km de Brasília e a 600km de Belo Horizonte, a unidade de 650m² gera sua energia a partir de 276 painéis fotovoltaicos instalados no telhado do prédio. Juntos, eles produzem 115 MWh/ano, capacidade suficiente para o consumo de 95 casas populares. A economia é de R$ 51 mil ao ano.
O projeto da CEF ganha força diante do atual cenário energético do país, no qual há necessidade de geração de energia elétrica por fontes renováveis alternativas e levando em conta a Resolução 482/2012 da ANEEL, que permite a microgeração descentralizada de energia.
A potência total a ser instalada nessa primeira etapa é de 3,36 MWp (Megawatt-pico), o suficiente para o abastecimento de 2.300 residências ou um prédio comercial de 60 mil m². Inicialmente, os sistemas serão adotados em 42 agências no interior do estado de São Paulo e em dois edifícios no Distrito Federal - a Matriz 2 e a Caixa Cultural. De acordo com a presidenta da instituição, Miriam Belchior, a Caixa Econômica já possui o menor consumo de energia do mercado bancário brasileiro. E a proposta agora é gerar parte da própria energia.
Em dezembro de 2014, o projeto piloto de autogeração de energia foi implantado na filial do município de Vazante, em Minas Gerais, que tornou-se a primeira agência bancária energeticamente autossuficiente do Brasil. Localizada a 350km de Brasília e a 600km de Belo Horizonte, a unidade de 650m² gera sua energia a partir de 276 painéis fotovoltaicos instalados no telhado do prédio. Juntos, eles produzem 115 MWh/ano, capacidade suficiente para o consumo de 95 casas populares. A economia é de R$ 51 mil ao ano.
O projeto da CEF ganha força diante do atual cenário energético do país, no qual há necessidade de geração de energia elétrica por fontes renováveis alternativas e levando em conta a Resolução 482/2012 da ANEEL, que permite a microgeração descentralizada de energia.
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