A secretaria municipal de Meio Ambiente de São Gonçalo cadastra até o próximo dia 22 entidades não governamentais (Ongs, OSCIP, Associações etc) com atuação na área ambiental, interessadas em compor o Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (COMMADS) para o biênio 2016/2018.
Cada entidade poderá designar um representante, com direito a voto, e seu respectivo suplente. Para se cadastrar é preciso ter sede ou filial no município de São Gonçalo; experiência comprovada na proposição e desenvolvimento de projetos socioambientais no município; não ter fins lucrativos e estar devidamente legalizado e em pleno funcionamento.
O secretário municipal de São Gonçalo, Ricardo Harduim, destaca a importância do Conselho para a formulação das Políticas Públicas na área ambiental:
“O conselho atua na elaboração de planos de trabalho e projetos específicos para o desenvolvimento ambiental do município; pode apreciar e se pronunciar sobre os Estudos de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) submetidos à secretaria de Meio Ambiente; estabelecer diretrizes na área de conservação ambiental; sugerir projetos de lei e promover ações de Educação Ambiental. Ou seja, as entidades que compõem o Conselho Municipal colaboram efetivamente no direcionamento das ações ambientais do município. Até porque, são pessoas e entidades locais que conhecem bem a cidade e, portanto, sabem quais são as necessidades”.
O cadastro deve ser feito na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, na Avenida Feliciano Sodré, 100, Centro, das 9h às 17h. No ato da inscrição a entidade deverá apresentar original e cópia autenticada do Estatuto Constitutivo; original e cópia autenticada de sua Ata de Fundação; original e cópia autenticada da Ata da última eleição; original e cópia do comprovante de endereço da sede ou filial da Entidade no Município de São Gonçalo; ofício com o nome dos representantes legais da entidade; originais e cópias do RG e CPF de seu representante legal; original e cópia do CNPJ atualizado; comprovação da experiência na proposição e desenvolvimento de projetos socioambientais no município, por meio de atestados técnicos ou declaração expedida por órgão da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal.
As entidades habilitadas serão comunicadas oficialmente sobre o resultado pela secretaria após o prazo de inscrições. Posteriormente, a lista de todos os titulares e suplentes indicados para compor o Conselho será encaminhada pelo secretário municipal de Meio Ambiente ao prefeito Neilton Mulim para nomeação e posse.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
quarta-feira, 30 de março de 2016
Reforço para preservação ambiental
Eles ainda são muito jovens – têm entre 8 e 11 anos. Alguns ainda nem sabem ao certo que profissão exercer quando crescer, mas, pelo bom desempenho escolar e pela facilidade de relacionamento com os colegas de turma, foram selecionados para participar das ações de preservação ambiental no município. Estamos falando de alunos da rede municipal de ensino que receberam o título de Agente Ambiental Escolar.
A iniciativa de tornar as crianças grandes aliadas na luta pela proteção ao meio ambiente foi do coordenador de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Lauro Nobre. Segundo ele, a ideia surgiu como uma das propostas do programa Agenda 21 Escolar, criado em 2014, cujo objetivo é fazer com que as questões ambientais estejam cada vez mais presentes nas salas de aula.
Os primeiros Agentes Ambientais Escolares foram selecionados na semana passada na Escola Municipal Joaquim Lavoura, no Barro Vermelho. Oito crianças, do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental, dos turnos da manhã e da tarde, foram selecionadas pelas professoras e colegas de turma para exercer o cargo. E em tempo de epidemia de Dengue, Zica e Chikungunya, a principal função do grupo será orientar amigos, familiares e vizinhos a identificarem e eliminarem os possíveis focos do aedes aegypti, mosquito transmissor das doenças.
“A ideia é que eles viviam na prática a Educação Ambiental. Todos os temas relacionados a meio ambiente e que a gente costuma ver pela mídia, devem fazer parte do dia a dia deles. Inundações, descarte irregular de lixo, desmatamento e, claro, dengue, tem que ser debatido com essas crianças e elas estão sendo preparadas para cobrar dos adultos uma atitude responsável em relação a essas questões. Não adianta assistir tudo pela TV sem fazer nada, sem colaborar. É essa mensagem que queremos passar”, afirmou Nobre.
Logo depois de receberem a carteira de agentes ambientais, os alunos arregaçaram as mangas e partiram para primeira tarefa: produzir uma mosquetoeira com garrafa pet para capturar larvas do transmissor da dengue. O passo a passo para a produção do artefato foi passado pela Professora Vera Lúcia Ramos, também do Núcleo de Educação Ambiental da Semed. Laryanne Cristina Gomes, 10 anos, aluna do 5º ano, estava animada com o invento e com sua nova função.
“Quero ajudar a melhorar o planeta e incentivar as pessoas a também fazerem isso. Eu sempre olho os pratinhos de planta da minha casa, vejo se tem água parada, agora vai ser melhor porque eu vou aprender outras maneiras de ajudar”, disse a menina enquanto preparava a mosquetoeira para levar para casa.
Na Escola Municipal Joaquim Lavoura, que funciona como uma espécie de laboratório para ações-piloto da Agenda 21 Escolar, a Educação Ambiental na Prática será o tema transversal trabalhado no primeiro bimestre. De acordo com a diretora Márcia da Costa Silva, a temática irá nortear as atividades de todas as disciplinas no período.
“Além do conteúdo específico de cada matéria, os alunos vão receber informações sobre meio ambiente, qualidade de vida, preservação ambiental, questões relacionadas ao cotidiano. Quando a gente traz temas do dia a dia para sala de aula, o processo ensino-aprendizagem fica mais fácil e as crianças internalizam melhor os conteúdos”.
O coordenador de Educação Ambiental e a direção da escola também têm plano de implantar na unidade um viveiro para produção de mudas nativas e uma horta orgânica. A ideia é aproveitar parte do que for produzido na própria unidade e o restante distribuir para a comunidade. Todo o trabalho contará com o apoio dos Agentes Ambientais Escolares. Segundo Lauro Nobre, 85 escolas da rede municipal participam da Agenda 21 Escolar. No momento, há um trabalho para a seleção de Agentes Ambientais Escolares nas demais unidades.
“O objetivo final é fazer com que os alunos sejam multiplicadores dos conceitos de sustentabilidade e contribuam para a qualidade de vida da comunidade onde vivem e onde a escola deles está inserida”, concluiu Nobre.
A iniciativa de tornar as crianças grandes aliadas na luta pela proteção ao meio ambiente foi do coordenador de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Educação (Semed), Lauro Nobre. Segundo ele, a ideia surgiu como uma das propostas do programa Agenda 21 Escolar, criado em 2014, cujo objetivo é fazer com que as questões ambientais estejam cada vez mais presentes nas salas de aula.
Os primeiros Agentes Ambientais Escolares foram selecionados na semana passada na Escola Municipal Joaquim Lavoura, no Barro Vermelho. Oito crianças, do 3º ao 5º ano do Ensino Fundamental, dos turnos da manhã e da tarde, foram selecionadas pelas professoras e colegas de turma para exercer o cargo. E em tempo de epidemia de Dengue, Zica e Chikungunya, a principal função do grupo será orientar amigos, familiares e vizinhos a identificarem e eliminarem os possíveis focos do aedes aegypti, mosquito transmissor das doenças.
“A ideia é que eles viviam na prática a Educação Ambiental. Todos os temas relacionados a meio ambiente e que a gente costuma ver pela mídia, devem fazer parte do dia a dia deles. Inundações, descarte irregular de lixo, desmatamento e, claro, dengue, tem que ser debatido com essas crianças e elas estão sendo preparadas para cobrar dos adultos uma atitude responsável em relação a essas questões. Não adianta assistir tudo pela TV sem fazer nada, sem colaborar. É essa mensagem que queremos passar”, afirmou Nobre.
Logo depois de receberem a carteira de agentes ambientais, os alunos arregaçaram as mangas e partiram para primeira tarefa: produzir uma mosquetoeira com garrafa pet para capturar larvas do transmissor da dengue. O passo a passo para a produção do artefato foi passado pela Professora Vera Lúcia Ramos, também do Núcleo de Educação Ambiental da Semed. Laryanne Cristina Gomes, 10 anos, aluna do 5º ano, estava animada com o invento e com sua nova função.
“Quero ajudar a melhorar o planeta e incentivar as pessoas a também fazerem isso. Eu sempre olho os pratinhos de planta da minha casa, vejo se tem água parada, agora vai ser melhor porque eu vou aprender outras maneiras de ajudar”, disse a menina enquanto preparava a mosquetoeira para levar para casa.
Na Escola Municipal Joaquim Lavoura, que funciona como uma espécie de laboratório para ações-piloto da Agenda 21 Escolar, a Educação Ambiental na Prática será o tema transversal trabalhado no primeiro bimestre. De acordo com a diretora Márcia da Costa Silva, a temática irá nortear as atividades de todas as disciplinas no período.
“Além do conteúdo específico de cada matéria, os alunos vão receber informações sobre meio ambiente, qualidade de vida, preservação ambiental, questões relacionadas ao cotidiano. Quando a gente traz temas do dia a dia para sala de aula, o processo ensino-aprendizagem fica mais fácil e as crianças internalizam melhor os conteúdos”.
O coordenador de Educação Ambiental e a direção da escola também têm plano de implantar na unidade um viveiro para produção de mudas nativas e uma horta orgânica. A ideia é aproveitar parte do que for produzido na própria unidade e o restante distribuir para a comunidade. Todo o trabalho contará com o apoio dos Agentes Ambientais Escolares. Segundo Lauro Nobre, 85 escolas da rede municipal participam da Agenda 21 Escolar. No momento, há um trabalho para a seleção de Agentes Ambientais Escolares nas demais unidades.
“O objetivo final é fazer com que os alunos sejam multiplicadores dos conceitos de sustentabilidade e contribuam para a qualidade de vida da comunidade onde vivem e onde a escola deles está inserida”, concluiu Nobre.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Áreas verdes de São Gonçalo são reconhecidas como unidade de conservação
A Área de Proteção Ambiental do Engenho Pequeno (APAEP) e o Parque Natural Municipal de São Gonçalo (PNMSG) foram credenciadas no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC) do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Com 24 e 14 anos de existência, respectivamente,as unidades são importantes áreas verdes da cidade e o credenciamento, resultado do trabalho da secretaria de Meio Ambiente, representa um passo importante nos investimentos feitos pelo município em conservação das reservas ambientas e desenvolvimento sustentável.
Com o cadastramento e a regularização do Fundo do Meio Ambiente (que entra em vigor no primeiro trimestre de 2016 no município), São Gonçalo começa a receber, a partir de 2017, o chamado ICMS Verde (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A iniciativa criada em 2007, pela Lei Estadual nº 5.100, tem dois objetivos principais: ressarcir o município pelo uso do território para áreas de conservação da natureza e pelos investimentos realizados nestas áreas, uma vez que os benefícios são compartilhados por todos os vizinhos, como no caso do tratamento do esgoto e na correta destinação de seus resíduos.
A regularização foi finalizada após três meses de trabalho intenso da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) para a preparação do projeto para elaboração do Plano de Manejo, baseado na lei 9.985 de 2000, que determina as metas de conservação, estudos fitogeográficos e faunísticos que poderão ser realizados nas unidades ambientais. O projeto foi entregue ontem à Câmara de Compensação Ambiental(CCA), ligada à Secretaria Estadual do Ambiente (SEA-RJ).
O Superintendente do Meio Ambiente de São Gonçalo e coordenador do projeto, Gabriel Lessa, afirma que o êxito do cadastro das Unidades de Conservação e a elaboração do projeto foi fruto do trabalho árduo de estagiários e técnicos da pasta, e do trabalho em conjunto com analistas do Ministério do Meio Ambiente.
“O projeto para a elaboração do Plano de Manejo possui quatro objetivos gerais: a criação do Plano e suas diretrizes; o projeto de reforma da sede APA Engenho Pequeno e do Parque Natural; sinalização e plaqueamento da área; Comunicação e Educação ambiental na unidade, que contempla os moradores e escolas locais e adjacentes e Aquisição de equipamentos para os projetos desenvolvidos dentro da área de proteção, principalmente o combate a incêndios. Além disso, contamos com a ajuda dos técnicos do Ministério do Meio Ambiente que auxiliaram na parte de geolocalização, ato fundamental para realizarmos o registro das unidades”, destaca o superintendente.
Caso aprovado, o projeto que custa cerca de 800 mil reais será um marco histórico no investimento ambiental no município de São Gonçalo.
Com o cadastramento e a regularização do Fundo do Meio Ambiente (que entra em vigor no primeiro trimestre de 2016 no município), São Gonçalo começa a receber, a partir de 2017, o chamado ICMS Verde (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A iniciativa criada em 2007, pela Lei Estadual nº 5.100, tem dois objetivos principais: ressarcir o município pelo uso do território para áreas de conservação da natureza e pelos investimentos realizados nestas áreas, uma vez que os benefícios são compartilhados por todos os vizinhos, como no caso do tratamento do esgoto e na correta destinação de seus resíduos.
A regularização foi finalizada após três meses de trabalho intenso da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) para a preparação do projeto para elaboração do Plano de Manejo, baseado na lei 9.985 de 2000, que determina as metas de conservação, estudos fitogeográficos e faunísticos que poderão ser realizados nas unidades ambientais. O projeto foi entregue ontem à Câmara de Compensação Ambiental(CCA), ligada à Secretaria Estadual do Ambiente (SEA-RJ).
O Superintendente do Meio Ambiente de São Gonçalo e coordenador do projeto, Gabriel Lessa, afirma que o êxito do cadastro das Unidades de Conservação e a elaboração do projeto foi fruto do trabalho árduo de estagiários e técnicos da pasta, e do trabalho em conjunto com analistas do Ministério do Meio Ambiente.
“O projeto para a elaboração do Plano de Manejo possui quatro objetivos gerais: a criação do Plano e suas diretrizes; o projeto de reforma da sede APA Engenho Pequeno e do Parque Natural; sinalização e plaqueamento da área; Comunicação e Educação ambiental na unidade, que contempla os moradores e escolas locais e adjacentes e Aquisição de equipamentos para os projetos desenvolvidos dentro da área de proteção, principalmente o combate a incêndios. Além disso, contamos com a ajuda dos técnicos do Ministério do Meio Ambiente que auxiliaram na parte de geolocalização, ato fundamental para realizarmos o registro das unidades”, destaca o superintendente.
Caso aprovado, o projeto que custa cerca de 800 mil reais será um marco histórico no investimento ambiental no município de São Gonçalo.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Cervjas ecologicamente corretas
A 3ª edição do Mondial de La Bìère, realizado de 19 a 22 de novembro, no Rio de Janeiro, provou que a sustentabilidade também faz parte da receita dos produtores de cervejas especiais. Dois bons exemplos foram das cervejarias Jeffrey e W*Kattz que levaram ao maior evento de cerveja do mundo stands com pegadas ecológicas e boas histórias de reaproveitamento de insumos.
Idealizador da W*Kattz, o arquiteto Luiz Winter abusou da criatividade e das possibilidades de reaproveitamento para criar o stand que levou ao festival: bobinas de papel foram transformadas em persianas, tampos de uma mesa viraram balcão e tubos serviram de estrutura para baners e luminárias. O resultado foi um espaço leve, alegre e moderno, bem ao estilo da cervejaria artesanal de Nova Friburgo, inaugurada em agosto, que tem a identidade visual assinada pelo cartunista Bruno Drummond. Sem contar que além da versão tradicional (garrafa de 600 ml), os rótulos da W*Katzz foram apresentados em barris acondicionados em uma charmosa bicliceta.
Já a Jeffrey montou o stand todo em madeira reciclada e certificada - um deferencial que chamou a atenção no salão internacional da cerveja. E de acordo com um dos sócios da marca, Gilson Val, a preocupação com o meio ambiente está em todo o processo de produção da cerveja. Ele conta que os insumos usados na preparação da bebida ao invés de irem parar no lixo são transformados em doces ou ração:
- Na última produção utilizamos três toneladas de limão. Como só usamos a raspa, todo o restante da fruta foi doado para uma cooperativa de doceiras e uma escola do Sul para serem utilizados em doces e na merenda escolar. O malte, após ser utilizado, é destinado para ração de gados.
Na fábrica da marca, garante Val, a água de chuva é aproveitada para lavar chão.
Idealizador da W*Kattz, o arquiteto Luiz Winter abusou da criatividade e das possibilidades de reaproveitamento para criar o stand que levou ao festival: bobinas de papel foram transformadas em persianas, tampos de uma mesa viraram balcão e tubos serviram de estrutura para baners e luminárias. O resultado foi um espaço leve, alegre e moderno, bem ao estilo da cervejaria artesanal de Nova Friburgo, inaugurada em agosto, que tem a identidade visual assinada pelo cartunista Bruno Drummond. Sem contar que além da versão tradicional (garrafa de 600 ml), os rótulos da W*Katzz foram apresentados em barris acondicionados em uma charmosa bicliceta.
Já a Jeffrey montou o stand todo em madeira reciclada e certificada - um deferencial que chamou a atenção no salão internacional da cerveja. E de acordo com um dos sócios da marca, Gilson Val, a preocupação com o meio ambiente está em todo o processo de produção da cerveja. Ele conta que os insumos usados na preparação da bebida ao invés de irem parar no lixo são transformados em doces ou ração:
- Na última produção utilizamos três toneladas de limão. Como só usamos a raspa, todo o restante da fruta foi doado para uma cooperativa de doceiras e uma escola do Sul para serem utilizados em doces e na merenda escolar. O malte, após ser utilizado, é destinado para ração de gados.
Na fábrica da marca, garante Val, a água de chuva é aproveitada para lavar chão.
domingo, 22 de novembro de 2015
Polícia fecha fábrica de balóes no Rio de Janeiro
Com base em informações do Linha Verde - Disque Denúncia do meio ambiente - a policia localizou um barracão, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que funcionava como uma fábrica de balões clandestina.
A fábrica funcionava no bairro Paciência e, de acordo com os policiais, no local eram confeccionados diversos balões por dia. Ao chegarem ao endereço, os agentes conseguiram apreender aproximadamente 300 lanternas, dois kits de moldes para fabricação de balões, 250 folhas de papel fino, um maçarico, um balão de três metros, um fardo de estopa, uma bucha, um estilete, duas réguas e uma tesoura. Um homem que trabalhava no imóvel na hora da incursão policial foi encaminhado à 35ª DP (Campo Grande), onde foi autuado com base na lei de crimes ambientais.
Os policias advertem que fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios é crime e tem pena de detenção de 1 a 3 anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.O Linha Verde solicita a população de todo o Estado do RJ, que continue denunciando crimes ambientais através dos telefones 2253 1177(capital) ou 0300 253 1177(interior, custo de ligação local). O anonimato é garantido ao denunciante. Informações sobre o serviço estão disponíveis também na página www.facebook.com/linhaverdedd.
A fábrica funcionava no bairro Paciência e, de acordo com os policiais, no local eram confeccionados diversos balões por dia. Ao chegarem ao endereço, os agentes conseguiram apreender aproximadamente 300 lanternas, dois kits de moldes para fabricação de balões, 250 folhas de papel fino, um maçarico, um balão de três metros, um fardo de estopa, uma bucha, um estilete, duas réguas e uma tesoura. Um homem que trabalhava no imóvel na hora da incursão policial foi encaminhado à 35ª DP (Campo Grande), onde foi autuado com base na lei de crimes ambientais.
Os policias advertem que fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios é crime e tem pena de detenção de 1 a 3 anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.O Linha Verde solicita a população de todo o Estado do RJ, que continue denunciando crimes ambientais através dos telefones 2253 1177(capital) ou 0300 253 1177(interior, custo de ligação local). O anonimato é garantido ao denunciante. Informações sobre o serviço estão disponíveis também na página www.facebook.com/linhaverdedd.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Município de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, lança Agenda 21 Escolar
O debate sobre sustentabilidade irá ganhar força nas escolas da rede. Foi lançado esta semana, no Centro Cultural Joaquim Lavoura, o Fórum Permanente da Agenda 21 Escolar. Com o slogan Pensar global, Agir local, o fórum propicia a interação da escola com a comunidade, levando alunos e professores a pensarem soluções e a criarem uma conscientização maior para problemas socioeconômicos e ambientais como lixo, água, saneamento básico, poluição atmosférica, bacia hidrográfica, energia, dependência química e vida saudável.
A festa de lançamento contou com a participação da secretária de Educação, Vaneli Chaves, da subsecretária de Ensino e Apoio Pedagógico Graciane Volotão, da superintendente Ligia Coutinho e do coordenador de Meio Ambiente na Educação, Lauro Nobre, e de alunos, professores e diretores de 85 escolas da rede municipal. Na cerimônia de abertura, o Maestro Paulo Guarany e a Camerata Municipal interpretavam temas da MPB relacionadas ao Meio Ambiente entre eles Planeta Água, de Guilherme Arantes, e Terra, de Beto Guedes.
Em seu discurso, a secretária Vaneli Chaves, ressaltou que o fato de o auditório estar lotado significava que diretores e professores entenderam a proposta do programa e repassaram muito bem para os alunos que compareceram em número expressivo.
“Somos parte de um planeta que pede socorro, e o nosso legado, enquanto professores e formadores de opinião, será formar uma nova geração, certamente mais preocupada com os problemas de forma global, no que se refere ao Meio Ambiente e aos aspectos sociais e econômicos”.
Alunos das Escolas Municipais Guaxindiba, Evadir Molina, Leonor Correia e CIEP 15 Paulo Roberto Macedo do Amaral apresentaram esquetes teatrais, cartazes, números musicais e até ações solidárias, implementadas por um grupo de estudantes do CIEP 125 em algumas comunidades. O diretor Reynaldo Sampaio, da E. M. Evadir Molina afirmou que foi muito gratificante ter na abertura do Fórum da Agenda 21 Escolar fotos de produtos reciclados pelos próprios alunos e professores em sala de aula.
O coordenador de Meio Ambiente na Educação, Lauro Nobre, explicou que já está montada toda uma estrutura nos onze polos educacionais que se localizam em áreas geográficas estratégicas, cada um reunindo de 8 a 11 escolas. Segundo ele, está prevista a realização do Fórum Municipal da Agenda 21 composto por representantes de cada polo. A data ainda será definida.
“Assim, conseguiremos abranger todo o município integrando escolas, famílias e comunidades. A preocupação ambiental atingiu um nível crítico e não podemos mais negligenciar em questões cruciais do dia a dia, tais como o lixo e sua reciclagem, a água e muito mais. Não se justifica mais ficar aguardando ações dos órgãos governamentais para soluções pontuais, seja em nossa rua ou no bairro em que vivemos. Temos que buscar o apoio da comunidade. A questão ambiental diz respeito a todos. Temos que ser mais participativos e pró-ativos. A degradação do ambiente afeta a todos, concluiu Nobre.
A festa de lançamento contou com a participação da secretária de Educação, Vaneli Chaves, da subsecretária de Ensino e Apoio Pedagógico Graciane Volotão, da superintendente Ligia Coutinho e do coordenador de Meio Ambiente na Educação, Lauro Nobre, e de alunos, professores e diretores de 85 escolas da rede municipal. Na cerimônia de abertura, o Maestro Paulo Guarany e a Camerata Municipal interpretavam temas da MPB relacionadas ao Meio Ambiente entre eles Planeta Água, de Guilherme Arantes, e Terra, de Beto Guedes.
Em seu discurso, a secretária Vaneli Chaves, ressaltou que o fato de o auditório estar lotado significava que diretores e professores entenderam a proposta do programa e repassaram muito bem para os alunos que compareceram em número expressivo.
“Somos parte de um planeta que pede socorro, e o nosso legado, enquanto professores e formadores de opinião, será formar uma nova geração, certamente mais preocupada com os problemas de forma global, no que se refere ao Meio Ambiente e aos aspectos sociais e econômicos”.
Alunos das Escolas Municipais Guaxindiba, Evadir Molina, Leonor Correia e CIEP 15 Paulo Roberto Macedo do Amaral apresentaram esquetes teatrais, cartazes, números musicais e até ações solidárias, implementadas por um grupo de estudantes do CIEP 125 em algumas comunidades. O diretor Reynaldo Sampaio, da E. M. Evadir Molina afirmou que foi muito gratificante ter na abertura do Fórum da Agenda 21 Escolar fotos de produtos reciclados pelos próprios alunos e professores em sala de aula.
O coordenador de Meio Ambiente na Educação, Lauro Nobre, explicou que já está montada toda uma estrutura nos onze polos educacionais que se localizam em áreas geográficas estratégicas, cada um reunindo de 8 a 11 escolas. Segundo ele, está prevista a realização do Fórum Municipal da Agenda 21 composto por representantes de cada polo. A data ainda será definida.
“Assim, conseguiremos abranger todo o município integrando escolas, famílias e comunidades. A preocupação ambiental atingiu um nível crítico e não podemos mais negligenciar em questões cruciais do dia a dia, tais como o lixo e sua reciclagem, a água e muito mais. Não se justifica mais ficar aguardando ações dos órgãos governamentais para soluções pontuais, seja em nossa rua ou no bairro em que vivemos. Temos que buscar o apoio da comunidade. A questão ambiental diz respeito a todos. Temos que ser mais participativos e pró-ativos. A degradação do ambiente afeta a todos, concluiu Nobre.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2015
Inpe registra recorde de queimadas no Amazonas
De acordo com o Instituto Nacional de Paequisas Espaciais (Inpe), o estado de Amazonas registrou novo recorde de incêndios este ano. O serviço de monitoramento de queimadas do instituto, que utiliza dados de satélite, identificou 2.494 focos de incêndio em floresta e vegetação em outubro, maior índice já registrado no período há 17 anos. Em outubro de 2014, por exemplo, foram localizados 952 focos - 162% a menos.
O volume de queimadas no mês de outubro é superior ainda à marca histórica de 2009, quando foram registrados 2.189 casos, até então o maior índice. O novo recorde é 13,9% maior do que o anterior. Em setembro, o número de queimada chegou a 5.882. A quantidade é 90,3% maior que a máxima já registrada em 2009, com 3.091 focos. O acumulado de registros de queimadas no Amazonas já chega a 13.592. Segundo o Inpe, a destruição da mata por fogo na região vem aumentando neste segundo semestre do ano. Desde julho, o Amazonas registra número elevado de focos de incêncio em diversas cidades. Entretanto, no último trimestre a situação se agravou.
As informações sobre as queimadas em todos os estados estão disponíveis no Portal de Monitoramento de Quiemadas e Incêncidios do instituto. .
O volume de queimadas no mês de outubro é superior ainda à marca histórica de 2009, quando foram registrados 2.189 casos, até então o maior índice. O novo recorde é 13,9% maior do que o anterior. Em setembro, o número de queimada chegou a 5.882. A quantidade é 90,3% maior que a máxima já registrada em 2009, com 3.091 focos. O acumulado de registros de queimadas no Amazonas já chega a 13.592. Segundo o Inpe, a destruição da mata por fogo na região vem aumentando neste segundo semestre do ano. Desde julho, o Amazonas registra número elevado de focos de incêncio em diversas cidades. Entretanto, no último trimestre a situação se agravou.
As informações sobre as queimadas em todos os estados estão disponíveis no Portal de Monitoramento de Quiemadas e Incêncidios do instituto. .
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